Fonte: Agência Brazil News
Fotos: Andy Santana / Brazil News
A apresentadora e empresária recebeu o prêmio pela segunda temporada de “Barras Invisíveis” ter sido a produção original mais assistida no Universal+ em 2025. No ano anterior a primeira temporada do docureality recebeu o mesmo prêmio.
Sobre a segunda temporada de Barras Invisíveis:
A segunda temporada de Barras Invisíveis chegou com a intenção de adentrar às camadas mais íntimas de Adriane Galisteu. Depois de conhecer e relembrar a história pessoal e profissional da apresentadora, nesta, o foco foi mostrar como as cicatrizes de seu passado refletem no seu presente e futuro.
Adriane foi levada à terapia: sessões que abordaram medos, traumas, inseguranças e sentimentos profundos que ela até então escondeu. Esses desabafos nos aproximam mais de Galisteu e irão nos permitir conhecer os seus segredos mais íntimos.
Nessa temporada, com Adriane, viajamos para Milão, Tóquio, Buenos Aires e também Los Angeles, onde ela representou o Brasil no red carpet de um grandioso evento.
As polêmicas voltam à tona no aniversário de 30 anos da morte de seu antigo amor: Ayrton Senna. A exclusão de Adriane na história de Senna repercute mais uma vez e Galisteu nos confidencializa o seu lado da história.
Alexandre, Vittório, Xalana e Emma também terão destaque nesta temporada, com um episódio dedicado a cada um. Assim, será possível nos aproximar das pessoas mais importantes da vida de Adriane e, consequentemente, conhecer a apresentadora ainda melhor.
Sobre a primeira temporada:
O docureality “Barras Invisíveis” conta a história e os desafios vividos pela incansável, Adriane Galisteu. Apresentadora, modelo, atriz, influencer, youtuber, mãe, esposa, filha única da D. Emma – que agora enfrenta problemas de saúde – e ainda chefe de um time de cinco pessoas, que a ajuda a manter as engrenagens da sua rotina de workaholic funcionando. Adriane não para, e estar em movimento faz parte do seu jeito de ser.
Assim, para contar a história dela é preciso entrar na sua corrida diária, pautada por uma agenda lotada de compromissos, com poucos momentos de descanso. Para ela, um dia sem fazer nada, é um dia perdido. Aliás, Adriane se sente culpada se ficar parada. Acostumada desde os 9 anos a trabalhar, seu senso de responsabilidade a mantém em movimento quase em tempo integral. Com isso, a nossa câmera acompanha Galisteu na sua vida atribulada e glamourosa, ao mesmo tempo que conta a história pouco falada em quatro décadas de carreira e dos seus desafios nos seus 50 anos de vida. Entre muitas vitórias e conquistas, Adriane vem enfrentando, ao longo do tempo, os mais diferentes tipos de “barras” para chegar aonde chegou.

