Fonte: Manu Vergamini – Agência EM FOCO
Foto: Gabriel Cabral
Aos primeiros acordes da aguardada estreia da ópera Tristão e Isolda no Municipal de São Paulo, marcada para o dia 22 de julho, o paulistano Roberto Minczuk estará vivendo o ápice de um dos momentos mais emblemáticos de sua trajetória.
Ele assina a direção musical do espetáculo, uma superprodução de mais de cinco horas, que exige grande preparo – físico, inclusive – do maestro.
O palco não poderia ser mais apropriado: é o mesmo em que Minczuk estreou como músico, aos dez anos; aos 13, tornou-se primeira trompa, e desde 2017 é titular da Orquestra Sinfônica Municipal.
A atual montagem de Tristão e Isolda é a primeira no Brasil após um hiato de 48 anos, e está sendo tratada como um acontecimento histórico para a cena lírica nacional
Simultaneamente, Minczuk reassumiu o comando do Festival de Inverno de Campos do Jordão, para o qual também preparou as óperas Carmina Burana e A Flauta Mágica, duas das maiores obras do repertório operístico mundial.
Haja fôlego – e inspiração!
